Associações dizem que serviços de internet e celular podem ser afetados pela greve dos caminhoneiros

Sem combustível, frotas de teles não fazem reparo nas redes; algumas empresas deixaram de receber novos clientes.

Os serviços de celular e internet podem ser comprometidos em decorrência da greve dos caminhoneiros, dizem associações do setor. Uma delas chegou a pedir à Agência Nacional das Telecomunicações (Anatel) neste domingo (27) o abastecimento preferencial de sua frota, nos mesmos moldes do que já ocorre com carros da polícia.

“As frotas de manutenção reduziram atendimento e algumas [empresas] interromperam ativações de novos clientes”, presidente-executivo da Telcomp (associação das teles competitivas), nesta segunda-feira (28).

“As frotas rodam com o pouco combustível que resta mas em poucas horas a situação se agravará. Os serviços podem ser afetados a qualquer hora.”

Sem combustível, os carros das empresas não podem rodar para fazer reparos de manutenção na rede.

A associação não é a única a fazer o alerta. Já no domingo, o SindiTelebrasil (sindicato das empresas de telecomunicação), que conta possui entre suas associadas Vivo, Claro, Oi e TIM, informou que as operadoras “estão com seus estoques de combustível praticamente zerados e que, se não forem tomadas medidas emergenciais, os serviços de manutenção e reparo não poderão ser realizados”.

“Isso poderá prejudicar não só o consumidor individual, mas principalmente órgãos com atividades essenciais, como hospitais, bombeiros, segurança pública, que poderão ter serviços de telefone, SMS e internet suspensos por eventuais falhas que não possam ser corrigidas, pela impossibilidade de deslocamento das equipes.”

Além disso, os data centers, que armazenam o conteúdo acessado via internet, usam diesel em seus geradores, usados para manter as instalações funcionando em caso de queda de energia.

Para sanar os problemas, a SindiTelebrasil pediu à Anatel que as teles recebam atendimento priorizado no abastecimento, conforme previsto no decreto assinado na última sexta-feira (25) pelo presidente Michel Temer. Elas argumentam que a medida é necessária para preservar a “infraestrutura considerada crítica”, conforma cita o decreto.

GDPR: o que é e por que você deveria prestar atenção a ela

A Europa agora será muito mais exigente com empresas que coletam qualquer tipo de informação pessoal de seus cidadãos. Após os dois anos dados pela União Europeia para adaptação, a Regulação Geral de Proteção de Dados (GDPR, na sigla em inglês) começa a vigorar nesta sexta-feira (25/05) repleta de novas exigências para todas as companhias que ofereçam produtos ou serviços a pessoas residentes na região. E isso inclui as empresas brasileiras.
saiba mais

O documento foi criado como uma resposta à crescente pressão da sociedade civil por controles mais rígidos sobre informações de usuários de serviços digitais. Suas principais diretrizes são a garantia da privacidade de informações repassadas a empresas e o direitos dos cidadãos de solicitarem esses dados a qualquer momento, bem como a obrigação de as companhias eliminarem as informações se esse for o desejo do usuário.

Embora sejam de competência da União Europeia, as obrigações trazidas pela GDPR ultrapassam o território do Velho Continente. Empresas de todo o mundo poderão estar sujeitas à lei se coletarem dados de cidadãos europeus, por exemplo. Empresas brasileiras que mantenham relações comerciais ou façam prestação de serviços a companhias ou pessoas nos países do bloco europeu passam a responder à GDPR. Assim como as que lidam com dados pessoais de cidadãos residentes na Europa, mesmo que não tenham sede física no continente.

Sejam redes sociais, varejistas, companhias de marketing digital ou fornecedores de serviços, as empresas agora estarão sujeitas a várias novas obrigações, segundo o texto legislativo aprovado em 2016. E isso não depende de haver ou não pagamento por um serviço ou produto.

Entre as novas obrigações, estão:

– O usuário ou cliente deve consentir com a coleta de cada informação desejada pela empresa;

– As empresas devem usar linguagem “concisa, transparente, inteligível e facilmente acessível” para comunicar os cidadãos sobre a informação coletada, sempre que solicitado por eles;

– Também devem informar, sempre que coletarem uma informação, exatamente com que fim aqueles dados serão usados;

– Os usuários têm o direito de pedir a eliminação ou o interrompimento de processamento de suas informações a qualquer momento;

– Qualquer vazamento ou violação dos dados devem ser informados às autoridades europeias em até 72 horas.

Para ter esse controle, será necessário mais do que cuidar da própria segurança digital, segundo Daniel Rodrigues Pinto, consultor jurídico da Atos, consultoria internacional de serviços digitais. “Não se trata de apenas um processo tecnológico, como instalar um antivírus, mas de criar regras pra tratar os dados, separá-los, ter um controle do tempo que você vai armazenar cada um deles”, afirma. “É também uma questão física: o controle de acesso das pessoas e quem poderá manipulá-la. Tudo isso deve estar na política da empresa”, diz o especialista.
Categorias de responsabilidade

Para a atribuição de responsabilidades, foram determinadas duas categorias de participantes do processo: “controlador” e “processador” das informações. A primeira parte é a própria companhia que coleta as informações e se relaciona com os cidadãos que as fornecem. Incluem-se, aí, redes sociais, empresas de comércio eletrônico e de qualquer outro ramo. Já os processadores são as empresas contratadas por estas para fazer a gestão dos dados.

“Para os processadores, a GDPR traz obrigações específicas. Por exemplo, manter registros dos dados pessoais e atividades de processamento. E terá culpabilidade legal se for afetado por um vazamento de informações”, diz o Escritório do Comissariado de informações (ICO), órgão inglês que assessora o parlamento do país em questões envolvendo o direito legal à informação, em um guia elaborado para a compreensão da GDPR.

Essas empresas não se restringem, entretanto, a serviços de tecnologia da informação. “Por exemplo, empresas de RH que atuem com parceiros europeus e armazenem informações de seus funcionários, também estão sujeitas”, diz o consultor da Atos.

“Por outro lado, o controlador não está livre das obrigações apenas pelo envolvimento de um processador. A GDPR impõe diversas obrigações para que seus contratos com esses processadores atendam à legislação”, segue o ICO. O controlador é quem firma o contrato com o usuário. Por isso, ele passa a ser responsável pelo cumprimento dele.
Punições

Quem descumprir a nova legislação europeia poderá esperar durar punições. No caso de vazamento de informações, não notificar o país europeu em que a empresa está pode acarretar em multas de 10 milhões de euros ou 2% do faturamento internacional da empresa (o que for maior). Infrações mais graves podem dobrar tanto o valor quanto a porcentagem da receita.

No caso de empresas de fora da União Europeia, mas que tenham filiais instaladas no continente, a responsabilização ocorrerá pelo próprio Estado-membro. Já as companhias que apenas atendem cidadãos europeus ou conduzem negócios na Europa, sem presença física, precisam apontar um representante legal em território europeu.

Fato é que, mesmo fora da abrangência da GDPR, a atenção com a privacidade dos cidadãos e a segurança de suas informações cresce no mundo todo. E, quanto antes se ajustar aos princípios éticos mais rigorosos, melhor, defende Rodrigues Pinto. “Essa lei busca dar um poder maior para os usuários, que devem ter conhecimento de quem armazena e manipula seus dados pessoais. Mesmo que não seja uma exigência legal para todos, é um diferencial competitivo importante”, afirma.

Como o outsourcing de TI favorece o sucesso e a competitividade empresarial

A gestão da tecnologia da informação tornou-se uma área estratégica para o sucesso de qualquer empresa. Lidar com tecnologia, porém, não é fácil. A complexidade das soluções, as novidades do mercado e a falta de mão de obra qualificada em TI são dores de cabeça constantes para os empresários.

Diante de tantos desafios, vem ganhando força no mundo corporativo uma alternativa para aprimorar a gestão de tecnologia: o outsourcing de TI.

Em linhas gerais, o outsourcing é uma estratégia na qual a empresa deixa de encarar a tecnologia como um trabalho para ser executado internamente. Em vez disso, opta por contratar uma empresa especializada no assunto.

A estratégia traz inúmeras vantagens para os seus adeptos, desde redução de custos e aumento na produtividade até melhoria na competitividade frente aos concorrentes.

Ficou interessado no tema e acredita que o outsourcing pode ser útil também na sua empresa? Então, não deixe de acompanhar este artigo. Após ler o texto, você entenderá melhor como funciona o outsourcing de TI e tomará a melhor decisão para a sua empresa.

O que é outsourcing de TI?

Neste item é importante prestar um esclarecimento: é comum que o termo “outsourcing” seja traduzido ou entendido como “terceirização”.

De fato, as duas práticas são semelhantes, mas há uma diferença central: terceirização é quando uma empresa contrata outra empresa para executar trabalhos rotineiros e não estratégicos. É o caso dos serviços de vigilância e limpeza.

Outsourcing, no entanto, ocorre na contratação de outra empresa para executar serviços considerados estratégicos. É o caso, por exemplo, da rotina da área de tecnologia da informação.

Podemos resumir o outsourcing de TI como a contratação de um serviço especializado na área com o objetivo principal de aprimorar e melhorar o desempenho da gestão de tecnologia, impactando a empresa como um todo.

Perceba a importância do outsourcing e como ele pode impactar positivamente no dia a dia da empresa e, em consequência, nas margens de lucro, faturamento e competitividade.

Quais as vantagens do outsourcing de TI para a competitividade da empresa?

O que não faltam para as empresas que aderem ao outsourcing de TI são resultados positivos.

Colocar a gestão da tecnologia nas mãos de quem realmente entende do assunto gera várias vantagens e impacta diretamente na competitividade frente aos concorrentes.

A seguir, destacamos as principais delas:

Reduza os seus custos

Essa é a vantagem mais direta, visível e impactante quando se adere ao outsourcing de TI. A redução de custos pode vir de muitas formas.

Quando se trabalha com uma empresa especializada, você reduz a necessidade de contratação de pessoal próprio. Dessa forma, gasta menos com encargos trabalhistas, reduz a infraestrutura (física e virtual) para manter a área de TI e enxuga o tempo e os custos com recrutamento de seleção de mão de obra qualificada.

Além disso, a empresa contratada também pode indicar quais softwares ou serviços de TI (como servidores, cloud etc.) têm o melhor custo-benefício no mercado. É um belo ganho para o seu fluxo de caixa.

Foque o seu core business

Cuidar de toda a TI internamente é um trabalho enorme, suscetível a emergências, imprevistos e problemas graves. Você já parou para calcular quanto tempo a sua empresa perde com isso?

Quem adere ao outsourcing de TI não sofre desse mal. Com a tecnologia sendo cuidada por pessoas especializadas, você terá mais tempo para pensar e trabalhar no seu verdadeiro negócio, nas estratégias de marketing, na conquista de clientes e no desenvolvimento de novos produtos.

Deixar a TI com especialistas deixará as suas mãos livres para fazer o que realmente importa, aquilo que gera valor para você e os seus clientes.

Trabalhe com tecnologia de ponta

Manter-se atualizado em relação aos últimos lançamentos tecnológicos é sempre uma missão difícil. Softwares, servidores e outras soluções são lançados diariamente. É muito complicado conhecer tudo e saber qual é o melhor para cada caso.

Com o outsourcing de TI, essa missão fica mais fácil. As empresas do setor estão sempre se atualizando com as novidades do mercado, comparando as novas soluções e avaliando os valores praticados.

Com esse conhecimento em mãos, os especialistas têm mais condições de mostrar quais tecnologias são realmente úteis e quais você não vai precisar. Com a tecnologia certa, a sua empresa ganha em eficiência e competitividade.

Ganhe mais espaço físico na sua empresa

Departamentos de TI exigem computadores, monitores, rede de cabos, salas exclusivas, mesas, cadeiras etc. É um espaço importante e que poderia estar sendo aproveitado melhor pela sua empresa.

O outsourcing pode oferecer também essa vantagem. “Terceirizar” a TI reduz a necessidade de espaço, e você poderá aproveitar melhor o ambiente interno da sua empresa, focando sempre as equipes voltadas ao core business.

Quem pode adotar essa estratégia?

A onda do outsourcing começou pelas grandes empresas. As corporações enxergaram na prática uma excelente estratégia de cortar custos e ganhar em eficiência. A partir daí, buscaram parceiros para colocar a ideia em prática.

Com o passar do tempo, no entanto, os benefícios ficaram evidentes e a disseminação da prática permitiu que pequenas e médias empresas contratassem serviços de outsourcing. Aliás, as pequenas e médias, muitas vezes, são as mais beneficiadas.

Com orçamento enxuto e margens menores, incrementar o serviço de TI gastando menos é essencial para manter-se competitivo e obter sucesso no mercado.

Como escolher o parceiro em TI?

Essa é uma tarefa de extrema importância. Todas as vantagens citadas só serão alcançadas se você contratar um parceiro eficiente e de qualidade com nós da DRTIC.

A DRTIC tem elaborado um contrato de apoio de níveis de serviços (SLA). Esse contrato deixa claro o que deve ser feito, quais as metas de qualidade, a demanda por suporte, as atribuições de cada parte. É um documento para deixar às claras o que deve ser feito.

Você e a sua empresa vão melhorar muito a competitividade e garantir o sucesso de mercado.